Ja reparou que o ceu anda menos azul?
Este é um blogue que tem como objectivo dar a conhecer e descobrir mais sobre Chemtrails. Podemos já estar habituados a ver estes riscos brancos no céu. Na pressa do nosso quotidiano nem paramos para os observar, apenas "passamos" por eles mas em todo o Mundo estes misteriosos traços estão associados a alterações climatéricas, utilização de metais pesados, problemas respiratorios e não só.
Um promenor a não ser descurado será o de um rasto normal de um jacto chamar-se Contrail e não durar mais de alguns minutos.
Não confundir com o tema deste blogue, Chemtrails, rastos que se mantêm por mais de 6 horas no céu espalhando-se e em conjunto com outros cobrem o céu de uma camada branca muito similar a nuvens .
Seja bem-vindo e por favor queira aprender mais sobre um tema que tem causado bastante polémica e interesse a grupos de pessoas de todo o Mundo.








sábado, 17 de março de 2012

Bill Gates Supports Controversial Climate Change Plan





With the help of a group of very wealthy and well known individuals, including Microsoft founder Bill Gates and Chairman of the Virgin Group, Richard Branson, a group of leading climate scientists are advocating for the use of controversial geoengineering as a way to prevent catastrophic climate change. The scientists are lobbying national governments and international organizations to fund experiments that would involve manipulating the atmosphere on a large scale to counteract high concentrations of greenhouse gases. These might include methods like fertilizing the oceans to create a huge carbon sink or spraying reflective particles or other chemicals into the air to reflect sunlight and prevent it from warming the atmosphere.

The Guardian is reporting that the scientists support the tactic as “plan B” should the UN and global politicians fail to come to agreement on making significant cuts in greenhouse gas emissions. Pressure is mounting to find a technological fix to climate change, as no international agreement to reduce emissions has been made. Although a process for negotiating one was set as a result of the COP17 climate negotiations that took place in December, it’s unclear whether reductions can be made in time to reverse the negative effects of the warming atmosphere. A recent report from the Department of Energy found that 2010 had the largest increase in carbon emissions ever reported, and according to the International Energy Agency, global temperatures could reach dangerous levels unless internationally coordinated action is taken to reduce emissions by 2017.

Geoengineering is an appealing alternative because it’s cheap relative to what it would take to make emissions reductions and the effects would be experienced more quickly. However, these techniques are highly controversial due to the risks they pose. These include:

The possibility of unilateral implementation with impacts that are experienced on a global scale
The risk that these efforts would fail to reverse climate change and would discourage efforts to reduce greenhouse gas emissions or to make necessary adaptations
The high potential for unintended consequences that would create other more serious environmental problems
Fear that these new technologies could be used as a weapon

With the exception of small scale studies, the UN Convention on Biological Diversity even banned geoengineering experiments.

There is concern that this move by Bill Gates and other powerful parties in support of geoengineering could give this one group of scientists greater influence over decisions that are made about geoengineering research and policy. Jane Long, director at large for the Lawrence Livermore National Laboratory recently said at a conference on geoengineering and ethics, ”We will need to protect ourselves from vested interests [and] be sure that choices are not influenced by parties who might make significant amounts of money through a choice to modify climate, especially using proprietary intellectual property.”

The scientists deny that they have undue influence over the issue. David Keith of Harvard University, one of the leading advocates of geoengineering research said, ”Even the perception that [a small group of people has] illegitimate influence [is] very unhealthy for a technology which has extreme power over the world. The concerns that a small group [is] dominating the debate are legitimate, but things are not as they were,” said Keith. “It’s changing as countries like India and China become involved. The era when my voice or that of a few was dominant is over. We need a very broad debate.”

I’m not sure what’s worse, the idea of unleashing such powerful human controlled forces on our planet or the possibility that they be undertaken by rogue individuals and not properly researched or tested.

By Kara Scharwath
[Image credit: World Economic Forum, Flickr]

Bill Gates ...




Um seleto grupo de cientistas, financiado por bilionários preocupados com o aquecimento global e a emissão de gases causadores do efeito estufa, está tentando convencer governos e órgãos internacionais a aprovar experimentos que podem manipular o clima em escala global. Com isso, eles querem evitar uma mudança climática de proporções catastróficas.

Um dos financiadores desses experimentos é ninguém menos que Bill Gates. Além dele, outros bilionários, como o cofundador do Skype, Niklas Zennström, e da Virgin, Sir Richard Branson, também estão investindo pesado nas pesquisas.
Geoenge... O quê?

A geoengenharia — ou engenharia da Terra — defende o uso de métodos altamente controversos, que dividem a opinião da comunidade científica. Enquanto uns acreditam que a sua aplicação pode resultar em algo positivo, sendo uma solução rápida e barata para retardar o aquecimento global, outros temem que os experimentos conduzidos possam mudar os padrões de chuva de forma irreversível e interfiram no clima do planeta.

Um dos experimentos defendidos pela geoengenharia inclui a emissão de milhões de toneladas de partículas refletoras de dióxido de enxofre na atmosfera — a 50 quilômetros da superfície terrestre —, com o objetivo de bloquear a incidência de raios solares e, consequentemente, reduzir a temperatura do planeta.
Jogo de interesses

Muito está em jogo, e os cientistas não são os mais indicados para lidar com as questões políticas, éticas e sociais que envolvem a geoengenharia. A preocupação vem aumentando devido ao pequeno — porém extremamente influente — grupo de cientistas e seus financiadores que, devido à sua posição, podem ter o poder de pressionar as decisões relacionadas a pesquisas de alto risco e suas políticas. Quem garante que não existem outros interesses, mascarados como boas intenções?

E, quanto mais os governos e órgãos internacionais demorarem para chegar a um acordo sobre as emissões de gases, maior é a pressão para que uma opção tecnológica rápida seja encontrada.

O que dizem os cientistas

Os pesquisadores se defendem, dizendo que, se recebessem mais fundos dos governos, não precisariam aceitar recursos oferecidos por pessoas como Bill Gates. Além disso, eles alegam que todo o dinheiro que possa ser gerado a partir do uso da geoengenharia será doado a ONGs e instituições de caridade, além de garantir que não têm expectativas de enriquecer com isso. Segundo os cientistas, todo o trabalho é realizado de forma transparente e aberta, através de simulações em computadores e da avaliação de possíveis consequências.

fonte : http://www.tecmundo.com.br/ciencia/19961-bill-gates-investe-em-tecnologia-que-pode-manipular-o-clima-terrestre.htm#ixzz1pRIkWcqB

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/8018-haarp-o-projeto-militar-dos-eua-que-po





Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.


Porquê no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.

Outro factor que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas. Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.
Ionosfera: íons e mais íons

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direcção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.

Ionosfera fica entre 100 e 350 Km sobre a superfície

A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.
Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados actualmente.

O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.
HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozono, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.

Antenas de transmissão

Fonte da imagem: HAARP

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contactar o sector: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.

Antenas de recepção e diagnóstico



As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projecto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interacção entre o planeta e o sol.
Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.





Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.


O outro lado da moeda: as conspirações

Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projecto.
Arma geofísica: a denúncia russa

E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.





O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleares, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectónicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozono.




Fonte
: http://www.tecmundo.com.br/8018-haarp-o-projeto-militar-dos-eua-que-pode-ser-uma-arma-geofisica.htm

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Porque é que os meterologistas nunca acertam?



"WEATHER WARFARE"

World renowned scientist Dr. Rosalie Bertell confirms that "US military scientists ... are working on weather systems as a potential weapon. The methods include the enhancing of storms and the diverting of vapor rivers in the Earth's atmosphere to produce targeted droughts or floods." (2) Already in the 1970s, former National Security advisor Zbigniew Brzezinski had foreseen in his book "Between Two Ages" that:

"Technology will make available, to the leaders of major nations, techniques for conducting secret warfare, of which only a bare minimum of the security forces need be appraised... [T]echniques of weather modification could be employed to produce prolonged periods of drought or storm."

Marc Filterman, a former French military officer, outlines several types of "unconventional weapons" using radio frequencies. He refers to "weather war," indicating that the U.S. and the Soviet Union had already "mastered the know-how needed to unleash sudden climate changes (hurricanes, drought) in the early 1980s."(3) These technologies make it "possible to trigger atmospheric disturbances by using Extremely Low Frequency (ELF) radar [waves]." (4)

A simulation study of future defense "scenarios" commissioned for the US Air Force calls for:

"US aerospace forces to 'own the weather' by capitalizing on emerging technologies and focusing development of those technologies to war-fighting applications... From enhancing friendly operations or disrupting those of the enemy via small-scale tailoring of natural weather patterns to complete dominance of global communications and counterspace control, weather-modification offers the war fighter a wide-range of possible options to defeat or coerce an adversary... In the United States, weather-modification will likely become a part of national security policy with both domestic and international applications. Our government will pursue such a policy, depending on its interests, at various levels.(5)

HIGH-FREQUENCY ACTIVE AURORAL RESEARCH PROGRAM (HAARP)

The High-Frequency Active Auroral Research Program (HAARP) based in Gokoma Alaska --jointly managed by the US Air Force and the US Navy-- is part of a new generation of sophisticated weaponry under the US Strategic Defense Initiative (SDI). Operated by the Air Force Research Laboratory's Space Vehicles Directorate, HAARP constitutes a system of powerful antennas capable of creating "controlled local modifications of the ionosphere". Scientist Dr. Nicholas Begich --actively involved in the public campaign against HAARP-- describes HAARP as:

"A super-powerful radiowave-beaming technology that lifts areas of the ionosphere [upper layer of the atmosphere] by focusing a beam and heating those areas. Electromagnetic waves then bounce back onto earth and penetrate everything -- living and dead." (6)

Dr. Rosalie Bertell depicts HAARP as "a gigantic heater that can cause major disruption in the ionosphere, creating not just holes, but long incisions in the protective layer that keeps deadly radiation from bombarding the planet." 7

MISLEADING PUBLIC OPINION

HAARP has been presented to public opinion as a program of scientific and academic research. US military documents seem to suggest, however, that HAARP's main objective is to "exploit the ionosphere for Department of Defense purposes." (8) Without explicitly referring to the HAARP program, a US Air Force study points to the use of "induced ionospheric modifications" as a means of altering weather patterns as well as disrupting enemy communications and radar.9

According to Dr. Rosalie Bertell, HAARP is part of a integrated weapons' system, which has potentially devastating environmental consequences:

"It is related to fifty years of intensive and increasingly destructive programs to understand and control the upper atmosphere. It would be rash not to associate HAARP with the space laboratory construction which is separately being planned by the United States. HAARP is an integral part of a long history of space research and development of a deliberate military nature. The military implications of combining these projects is alarming. ... The ability of the HAARP / Spacelab/ rocket combination to deliver very large amount of energy, comparable to a nuclear bomb, anywhere on earth via laser and particle beams, are frightening. The project is likely to be "sold" to the public as a space shield against incoming weapons, or, for the more gullible, a device for repairing the ozone layer. (10)

In addition to weather manipulation, HAARP has a number of related uses:

"HAARP could contribute to climate change by intensively bombarding the atmosphere with high-frequency rays... Returning low-frequency waves at high intensity could also affect people's brains, and effects on tectonic movements cannot be ruled out. (11)

More generally, HAARP has the ability of modifying the World's electro-magnetic field. It is part of an arsenal of "electronic weapons" which US military researchers consider a "gentler and kinder warfare". (12)

The use of HAARP -- if it were to be applied -- could have potentially devastating impacts on the World's climate. Responding to US economic and strategic interests, it could be used to selectively modify climate in different parts of the World resulting in the destabilization of agricultural and ecological systems.

It is also worth noting that the US Department of Defense has allocated substantial resources to the development of intelligence and monitoring systems on weather changes. NASA and the Department of Defense's National Imagery and Mapping Agency (NIMA) are working on "imagery for studies of flooding, erosion, land-slide hazards, earthquakes, ecological zones, weather forecasts, and climate change" with data relayed from satellites. (13)

POLICY INERTIA OF THE UNITED NATIONS

According to the Framework Convention on Climate Change (UNFCCC) signed at the 1992 Earth Summit in Rio de Janeiro:

"States have... in accordance with the Charter of the United Nations and the principles of international law, the (...) responsibility to ensure that activities within their jurisdiction or control do not cause damage to the environment of other States or of areas beyond the limits of national jurisdiction." (14)

It is also worth recalling that an international Convention ratified by the UN General Assembly in 1997 bans "military or other hostile use of environmental modification techniques having widespread, long-lasting or severe effects." (15) Both the US and the Soviet Union were signatories to the Convention. The Convention defines "'environmental modification techniques' as referring to any technique for changing--through the deliberate manipulation of natural processes--the dynamics, composition or structure of the earth, including its biota, lithosphere, hydrosphere and atmosphere or of outer space." (16)

Why then did the UN --disregarding the 1977 ENMOD Convention as well as its own charter-- decide to exclude from its agenda climatic changes resulting from military programs?

EUROPEAN PARLIAMENT ACKNOWLEDGES IMPACTS OF HAARP

In February 1998, responding to a report of Mrs. Maj Britt Theorin --Swedish MEP and longtime peace advocate--, the European Parliament's Committee on Foreign Affairs, Security and Defense Policy held public hearings in Brussels on the HAARP program.(17) The Committee's "Motion for Resolution" submitted to the European Parliament:

"Considers HAARP... by virtue of its far-reaching impact on the environment to be a global concern and calls for its legal, ecological and ethical implications to be examined by an international independent body...; [the Committee] regrets the repeated refusal of the United States Administration... to give evidence to the public hearing ...into the environmental and public risks [of] the HAARP program." (18).

The Committee's request to draw up a "Green Paper" on "the environmental impacts of military activities", however, was casually dismissed on the grounds that the European Commission lacks the required jurisdiction to delve into "the links between environment and defense". (19) Brussels was anxious to avoid a showdown with Washington.

FULLY OPERATIONAL

While there is no concrete evidence of HAARP having been used, scientific findings suggest that it is at present fully operational. What this means is that HAARP could potentially be applied by the US military to selectively modify the climate of an "unfriendly nation" or "rogue state" with a view to destabilizing its national economy.

Agricultural systems in both developed and developing countries are already in crisis as a result of global policies including market deregulation, commodity dumping, etc. Amply documented, IMF and World Bank "economic medicine" imposed on the Third World and the countries of the former Soviet block has largely contributed to the destabilization of domestic agriculture. In turn, the provisions of the World Trade Organization (WTO) have supported the interests of a handful of Western agri-biotech conglomerates in their quest to impose genetically modified (GMO) seeds on farmers throughout the World.

Descubra as diferenças








" As trilhas de condensação, mais conhecidos por rastros dos aviões, são condensação de água. Gotículas de água resfriadas (-40ºC) estão em suspensão no nível de voo do avião . O calor de exaustão das turbinas pode alcançar mais de 300°C e ao chocar-se com as gotículas resfriadas na atmosfera, condensam as mesmas formando vapor de água, formando nuvens chamadas stratus quando mais baixa, ou cirrus quando em altitude elevada. Podem gerar-se também nos vértices das asas. Acontece com qualquer avião à jacto, de passageiros ou de guerra."

Porém ao olhar para as fotos não podemos deixar de achar que é estranha a tão habitual quebra de continuidade na linha da condensação. Poder-se-à atribuir a origem deste caso à passagem do avião entre massas de ar de diferentes temperaturas, embora não possamos crer que tal explique a linearidade das extremidades do trilho de condensação perante a instabilidade dessas mesmas massas de ar.




Nenhuma turbina de avião foi desligada durante a captação desta imagem

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Nenhuma turbina de avião foi desligada durante a captação desta imagem






É isto que queremos nos nossos céus?



terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

FONTE:http://www.awra.us/gallery-jan05.htm"Few aviation writers and historians seem to be aware that there were three WC-130As. These three were originally trash-haulers, borrowed from TAC in late 1966 for use in Operation "Popeye", the rain-making mission in Southeast Asia, set to begin the following year. The intent of the mission was to create enough year-round rain to keep the Ho Chi Minh trails impassable with mud. Tests were conducted over Laos in 1966, and the operational missions began in March of 1967 from Udorn RTAFB, Thailand. They were flown by crews of the 54th WRS, rotated on a regular basis from Guam.

Imagens de manipulação climatérica no Vietname. Imagens oficiais da força aérea Norte-Americana.
Fonte : http://www.awra.us/gallery-jan05.htm


Official Air Force Photographs
These two pictures illustrate the "business end" of the WC-130 rain making mission. They show two different silver iodide ejectors mounted on the JATO rack of the left hand air deflector door of WC-130E, 64-0554 (above) and on an unspecified "B" model (below).

These photos were not taken during Motorpool missions, but rather on Operation Gromet-II, an attempt to relieve a drought in the Philippine Islands in 1969. The 76 missions flown by 54th WRS crews from 29 April through 30 June 1969 were deemed highly successful. Tragedy struck the squadron on 16 May. A rack, similar to the ones shown above, inexplicably exploded on 554, causing fatal injuries to the ARWO, Captain Charles Booker.

(Information extracted from AWS Chronology compiled by Tom Robison, 2005)

A resposta.

CLIQUE NA FOTO


terça-feira, 24 de março de 2009

nothing to see here...move along..move along

não nota nada de estranho?

VÍDEO chemtrails em Lisboa 2

VÍDEO chemtrails em Lisboa

CHEMTRAILS - o que são

click on the pic to enlarge

O fenómeno é verificado em todo o Mundo. Grupos de aviões de forma organizada desenham no céu linhas brancas de fumo. Vapor de água congelado dizem uns, outros avançam para um composto químico com a intenção de alterar o clima e causar precipitação.
Pessoalmente deparei-me com o fenómeno por coíncidência, a navegar na internet fui parar a um link de um vídeo do Youtube no qual assisti pela primeira vez na vida a um chemspreading - disseminação quimica .
Automaticamente as palavras "estranho" e "bizarro" vieram-me ao pensamento mas na mais genuina forma de pensar portuguesa pressupus que fosse coisa que só ocorresse em terras do Tio Sam.
Assunto encerrado pensava eu ...
No dia seguinte, ao ir á rua observei um espetáculo que pela sua dimensão surpresa até hoje me faz querer saber mais acerca do quue assisti.
De um momento para o outro aquele bizarro video que vi num qualquer vídeo do Youtube apresentava-se á minha frente em plena Lisboa. Graças á minha localização pude testemunhar o fenómeno de um ponto de vista privilegiado com uma imensidao de horizonte riscado por esses estranhos chemtrails. Assisti á criação de 25 chemtrails em menos de meia hora.
Em poucos minutos a área de céu sobre mim estava totalmente esquadrilhada com precisão por estes fios de nuvens. Imediatamente comecei a tirar fotos e a constatar que essas linhas desenhadas começavam a espalhar-se e a aumentar de volume acabando ao fim de 6 horas por cobrir o céu totalmente.
O meu interesse pelo tema Chemtrails começou nesse dia.
Comecei logo após a procurar mais informação e pude verificar que é um fenómeno á escala global e que em Portugal tem uma frequência extraordinária.
O mais dificil no fenómeno chemtrails é explicar o fenómeno em si e obter um feedback que não seja de desinteresse ou até de troça.
Daí a vontade de dar a conhecer o fenómeno Chemtrail a quem se interesse e pretenda neste espaço reunir mais informação.

Não concebo que os chemtrails sejam um resultado normal de um vôo de avião e as razões são muitas:

*-Um avião á altitude de pelo menos 33 mil pés liberta um rasto próprio visivel que consiste em vapor de agua cristalizadao devido á temperatura. Essa evidência tem o nome de Contrail e dura no máximo alguns minutos nunca se espandindo e acabando por dissipar-se sem qualquer rasto. É de facto um evento normal.
*-Por sua vez um Chemtrail é um traço que dura mais de 6 horas (!) , aumenta o seu volume de uma forma extraordinaria acabando por espalhar-se como que se de um pó se tratasse.
*-Um Chemtrail nunca se vê só! Até á data nunca obsvervei este fenómeno na representaçao de um evento singular sem a verificaçao de outros em simultãneo.
*-A própria apresentação dos chemtrails revela que é uma situação premeditada e calculada devido á sua disposição geométrica é verdadeiro afirmar que não estamos na presença de uma ocorrência aleatória.

Veja a dimensão ...

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consegue ver os traços ? São Chemtrails

chemtrail

Repare no Sul

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